sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Panorama da Política !





                                                                                                                                                                                                         Enquanto o presidente do PMDB no Rio, o cacique Jorge Picciani, pede para Sérgio Cabral (foto) continuar no governo até o final do mandato, o governador vai recuperando prestígio (como quer Picciani). Cabral não demora nem um piscar de olhos para sancionar projetos de interesse social que são aprovados pelos deputados na Assembleia Legislativa (Alerj). E nem quer saber se o autor é ou não da bancada governista. A mais recente tacada do governador foi sancionar a lei, aprovada esta semana, que devolve o valor pago de IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) ao proprietário que teve o veículo roubado, furtado ou destruído em acidentes. A devolução ocorrerá de duas maneiras: compensação de crédito tributário na compra de outro veículo ou o valor em dinheiro do que foi pago. Assim, seguindo o ritual de uma não anunciada “agenda positiva”, Cabral e sua equipe de estrategistas pretendem reconquistar (pelo menos) parte do prestígio que o governo do estado perdeu no decorrer das manifestações públicas de vandalismo, quebra-quebra, assaltos, saques, depredações e reivindicações políticas pela qualidade e serviços, além de combate à corrupção. 


Sandro e Beltrame 
cara a cara



Se bate-boca e dedo apontado para a cara do outro fosse um dos itens da estatística do crime no Estado do Rio, esse índice teria disparado na Baixada Fluminense. E os responsáveis seriam o prefeito de Meriti, Sandro Matos, e o secretário de segurança Pública, José Mariano Beltrame. 



Reunião com faíscas 
e labaredas



O entrevero aconteceu na reunião sobre segurança na Baixada, quando Sandro disse que os índices de crimes aumentaram na região por causa da chegada da bandidagem oriunda do Rio. Beltrame negou e aí o tempo fechou, com rusgas, faíscas, labaredas, dedo na cara e muito bate-boca. 



A população, por
último



No final das contas os dois se sentiram vitoriosos em seus argumentos. Beltrame prometeu aumentar o efetivo de policiais nos batalhões da Baixada. Mas ressaltou que a promessa só vai valer a partir de janeiro do ano que vem. Enquanto isso, a população fica aguardando um pouco mais. 



Arma que pode mudar
a BAIXADA



Entre Sandro e Beltrame existem quase quatro milhões de moradores na Baixada que poderiam ajudar a mudar essa estatística de criminalidade. Basta usar os mais de 2 milhões de votos como arma de combate a todos os tipos de bandidos e criminosos. A estatística do bate-boca sobre o tema poderia chegar a zero. 



Deputados do PT criam cota para
eleição de parlamentares negros 



Depois da criação de cotas de negros e índios para ingressar em universidades, concursos públicos, teatros, cinemas e para mulheres candidatas, agora essa história se degringolou de vez: estão criando cota para deputados estaduais, federais e distritais negros. E para esculhambar geral, a Comissão de Constituição de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado já aprovou a proposta, de autoria dos deputados Luiz Alberto (PT-BA) e João Paulo Cunha (PT-SP). Se for aprovada na Câmara, essa lei só vai valer a partir de 20 anos de sua aprovação. Tá de brincadeira...

Fonte: Jornal de Hoje-NI (Coluna Visão Geral)


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