LINDBERGH Farias, senador do PT, conseguiu, esta semana, cancelar no Supremo Tribunal de Justiça (STJ) a condenação por improbidade administrativa, que o tornava inelegível, e já poderá ser candidato a governador. A sentença havia sido dada pelo Tribunal de Justiça do Rio, que atendeu a acusação de que ele (Lindbergh) havia contratado empresa de forma irregular (sem licitação) quando foi prefeito de Nova Iguaçu.
O senador do PT ainda precisa
se livrar de outra condenação
Alegre, feliz e sorridente, o senador petista comemorou a decisão do STJ, que abriu uma das portas para ele se candidatar a governador do Rio. Mas, de acordo com entrevista do deputado Garotinho, domingo (03) em O Dia, Lindbergh tem teria duas condenações em colegiado. Sendo assim, precisaria se livrar de mais uma. Porém, pelo andar da carruagem política, tendo o ex-presidente Lula como passageiro, será mais uma sentença a ser desmanchada.
PT nega outras condenações
contra o senador Lindbergh
ALBERTO Cantalice, o Albertinho, vice-presidente nacional do PT, disse ontem a esta coluna que “não há mais nenhuma condenação contra ele. Agora não tem como Lindbergh não ser candidato ao governo do Rio”, ressaltou. Ele acrescentou que o partido deve deixar o governo de Cabral no final deste mês (dia 30). E sobre a conversa com Lula para o governador do Rio ficar no cargo até o final do mandato, Albertinho disse que “não sabe”.
Aumenta a confusão política em torno da provável candidatura do Lindbergh (E) ao governo do Rio, depois que o senador petista conseguiu cancelar sua condenação no Superior Tribunal de Justiça (STF). Mas o vai-não-vai gira em torno da indicação do vice de sua chapa. A vontade dele é formar um grande bloco de partidos para tirar um nome. Para isso, tem falado com vários, inclusive o PDT (mas sem chances para o prefeito Sandro Matos). Porém, de olho no eleitorado evangélico, o petista convidou o colega e ministro Marcelo Crivella (leia-se bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal) (C) para ser o seu vice ou indicar um nome. Mas Crivella quer ser candidato a governador. E o PT deixa, pois seria mais um importante palanque (o evangélico) para a reeleição de Dilma no Rio. Lindbergh também piscou os olhinhos para o deputado Glauber Braga (PSB de Nova Friburgo), só para deixar o PT bem na fita com o presidenciável Eduardo Campos, presidente nacional do PSB. Mas, de acordo com gente da assessoria, o coração de Lindbergh bate forte, também, pelo nome do pastor Silas Malafaia (D). Na cabeça de petistas, essa estratégia esvaziaria os eleitorados crentes de Sérgio Cabral e Garotinho.
Fonte: Jornal de Hoje-NI (Coluna Visão Geral)
Nenhum comentário:
Postar um comentário