terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Conversas com PMDB sobre reforma ministerial não são conclusivas, diz Traumann


Após conversar com o PMDB por mais de cinco horas nessa segunda-feira (3), a presidenta Dilma Rousseff ainda não tem uma decisão tomada sobre os próximos passos da reforma ministerial. De acordo com o novo ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Thomas Traumann, ainda não há “nenhum posicionamento” e as “conversas continuam”.
Depois de empossar os ministros de quatro pastas (Casa Civil, Educação, Saúde e Secom),  a presidenta se reuniu ontem com o vice-presidente da República, Michel Temer, com os presidentes do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e com o líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM).
Na cerimônia, Dilma confirmou que mais ministros deixarão seus cargos para se candidatar nas eleições de outubro. Segundo ela, as substituições ocorrerão “ao longo deste mês”. As mudanças envolvem pastas ocupadas por membros do PMDB, que almeja ampliar a participação no primeiro escalão do governo.
O encontro de ontem, no Palácio do Planalto, durou mais de cinco horas e terminou por volta das 22h. O novo ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, acompanhou parte das discussões, após transmitir o Ministério da Educação para José Henrique Paim.

Paulo Victor Chagas – Repórter da Agência Brasil




Pezão e seus argumentos

Pezão acha que tem fortes argumentos para ganhar votos no interior do Rio, sobretudo na Baixada Fluminense. Nos encontros que vem mantendo com grupos de eleitores, o pré-candidato do PMDB ao governo do Estado, ele tem ressaltado um aspecto de sua atuação no governo Cabral: a transferência de recursos para municípios. Segundo Pezão, já foi atingida a meta que previa a assinatura de, pelo menos, um convênio com cada uma das 92 prefeituras. A realização dessas obras será um dos principais pontos de sua campanha ao Palácio Guanabara. A investida junto aos prefeitos é também uma forma de combater a popularidade de Garotinho (PR) no interior do estado.

Mais apoio

Uma conversa entre Sérgio Cabral e Carlos Lupi na última quarta-feira (29), praticamente selou o apoio do PDT a Luiz Fernando Pezão. Lupi pediu e Cabral aceitou que o PDT tenha espaço majoritário na chapa – ou seja, um pedetista será vice de Pezão ou candidato ao Senado. Com a negociação das últimas semanas com Solidariedade e PSD, a hipótese de candidatura de Cabral ao Senado torna-se cada vez mais distante.

COLUNA VISÃO GERAL (jORNAL DE HOJE-NI)

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