Barack Obama visitou o Museu do 11 de setembro acompanhado do ex-prefeito de Nova York, Michael Bloomberg (e), da primeira-dama Michelle Obama, do ex-casal presidencial, Bill e Hillary Clinton.
REUTERS/Kevin Lamarque
Foi com um discurso emocionado que o chefe da Casa Branca inaugurou o Museu do 11 de setembro. Acompanhado da primeira-dama Michelle Obama, o presidente disse que o objetivo do projeto, que deve ser visto como “um lugar de cura e de esperança”, é retraçar as histórias das vítimas, para que as próximas gerações não esqueçam nunca os atentados. A cerimônia também contou com a presença do ex-casal presidencial Bill e Hillary Clinton, do ex-prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, de familiares dos mortos e dos sobreviventes do atentado.
O museu foi construído em um espaço subterrâneo, no local onde estavam as Torres Gêmeas derrubadas por dois aviões pilotados por terroristas da Al-Qaeda. O espaço reúne milhares de objetos que pertenceram à algumas das 2.973 vítimas do ataque, mas também destroços dos prédios, fotografias e gravações de áudio e vídeo. Um caminhão do corpo de bombeiros parcialmente destruído, que participou das operações de resgate, também pode ser visto durante a visita.
Além da homenagem, os idealizadores esperam que o memorial se torne um instrumento pedagógico. Uma sala foi criada no percurso para que os visitantes possam entender o contexto do atentado, mas também a evolução do grupo terrorista Al-Qaeda após o episódio.
O museu, que custou US$ 700 milhões (cerca de R$ 1,5 bilhão), será aberto ao público apenas no dia 21 de maio. Até lá, o local poderá ser visitado, gratuitamente, apenas pelas famílias das vítimas, moradores do bairro e equipes que participaram das buscas após o atentado. A entrada custará 24 dólares.
Fonte: Rfi (Internacional)
Nenhum comentário:
Postar um comentário